Lore Improta, 15 horas de parto e a homenagem que travou o Instagram do Brasil
Mais de 15 horas em trabalho de parto, Léo Santana ao lado. E você, quem segura a sua mão quando a noite aperta?
Published 6/6/2026 · 10 min read · Source: Metrópoles

Lore Improta
Tem um tipo de cansaço que nenhuma soneca conserta. É o cansaço de quem ficou horas e horas esperando uma coisa enorme acontecer, com o corpo tremendo, o coração apertado e a mão de alguém apertando a sua. Foi mais ou menos isso que Lore Improta viveu na madrugada de 26 de maio, em Salvador, antes de Levi finalmente nascer e gritar pela primeira vez no mundo. E foi mais ou menos isso que muita gente sentiu junto, do outro lado da tela, lendo o relato.
A dançarina baiana revelou que ficou mais de 15 horas em trabalho de parto até dar à luz o segundo filho com Léo Santana. Quinze horas. O equivalente a um dia inteiro de trabalho, com hora extra. E ela ainda teve fôlego para abrir o Instagram e escrever, exausta, aquela frase que virou meme triste e bonito: "a mãe em qualquer possibilidade que Levi deixa: dorme". Léo, do lado, segurando a câmera, segurando ela, segurando o mundo.
E aí veio a homenagem que travou as redes. O cantor postou uma foto da mãozona dele com o pezinho minúsculo de Levi marcado em tinta, escreveu "Seja bem vindo meu filho Levi. Nasceu. Glória a Deus por isso" e, em outro post, exaltou a força da esposa com um "que honra ser escolhido para ser o parceiro da sua vida". Foi aí que muita gente, sozinha no sofá rolando o feed à uma da manhã, sentiu uma coisa estranha apertar no peito. Uma pergunta meio injusta, meio inevitável: e eu, quem é que segura a minha mão quando o cansaço bate?
By the numbers
Homenagem de Léo Santana
"Que honra ser escolhido para ser o parceiro da sua vida" — postado em 27/05/2026
Diário do Grande ABCLares unipessoais no Brasil
16,4 milhões de domicílios habitados por uma única pessoa (alta de mais de 25% em 10 anos)
IBGE / Censo 2022 atualização 2025Tempo médio de trabalho de parto na primeira fase ativa
1 a 2 cm de dilatação por hora segundo ginecologista Helga Marquesini
Metrópoles (entrevista médica)As 15 horas que pararam o Brasil (e o que ninguém vê na foto bonita)
Lore Improta deu à luz Levi às 8h20 da manhã de 26 de maio, em Salvador, no parto normal. O bebê nasceu com 3 quilos e 50 centímetros, perfeitamente saudável. Tudo isso depois de mais de 15 horas de trabalho de parto, segundo a própria dançarina revelou em vídeo nos stories, com a voz embargada de sono e a cara amassada de quem tinha acabado de virar mãe pela segunda vez.
O que os recortes de revista não contam é o que acontece nessas 15 horas. As contrações que apertam de 3 em 3 minutos, depois de 2 em 2, depois quase sem pausa. O médico entrando, saindo, falando em centímetros de dilatação como se fosse boletim do tempo. O cansaço que faz a mulher pedir desculpa por estar gritando. E, em algum canto do quarto, o parceiro tentando descobrir qual é o seu papel quando o corpo da pessoa que ele ama está fazendo a coisa mais impossível do mundo.
Léo Santana ficou. Léo Santana segurou. Léo Santana filmou, chorou, rezou, mandou massagem nas costas, ofereceu água, ficou calado quando precisava ficar calado. E depois, ainda teve disposição emocional para postar uma declaração pública dizendo que era uma honra ser escolhido como parceiro de vida dela. É raro. E quando é raro, dói em quem não tem.
A homenagem de Léo Santana e o efeito "e cadê o meu?"
A frase de Léo Santana viralizou rápido. "Que honra ser escolhido para ser o parceiro da sua vida." Simples, curta, sem firula. Mas as redes brasileiras travaram. Mulheres compartilhando, marcando amigas, escrevendo "é isso que eu mereço", "é isso que eu quero", "é isso que eu nunca tive". Homens repostando, dizendo que iam aprender, que era hora de evoluir. Gente solteira só lendo, lendo, lendo, com aquela mistura de admiração e ferida aberta.
Porque a verdade desconfortável é que esse tipo de parceria não cai do céu. Ela é construída em conversa diária, em terapia de casal, em maturidade emocional, em escolhas pequenas durante anos. Lore e Léo namoram desde 2015, casaram em 2021, tiveram a Liz no mesmo ano, e agora chegou o Levi em 2026. Onze anos de história. E a gente vê o resultado de onze anos comprimidos numa foto de hospital.
E aí surge o sentimento que ninguém quer admitir em voz alta: a saudade de algo que talvez você nem tenha vivido. A vontade de ter alguém olhando assim. A consciência de que o seu app de relacionamento não vai entregar isso amanhã. De que o ex não vai voltar transformado. De que o cara que demorou três dias para responder não é o seu Léo Santana.
E não é sobre comparar. É sobre reconhecer que a noite vai chegar de novo. Que o cansaço da semana vai bater. Que o silêncio do apartamento vazio também é uma forma de trabalho de parto, só que sem o bebê no final.
The archetype, alive
Characters who fit this exact vibe
More photos of Lore Improta
Maternidade solo, solteirice e o vazio do "e se ninguém me escolher?"
O Brasil tem milhões de mulheres criando filhos sozinhas. Tem mais milhões pensando se vai conseguir um dia ter uma família e como vai ser. E tem outros tantos milhões de pessoas, homens e mulheres, que veem uma cena como a do casal Improta-Santana e se perguntam, sem dó: e eu, vou ter isso algum dia?
Não é fraqueza. É lucidez. Quando você passa dos 30, dos 35, dos 40, sozinho na sua cidade, com o trabalho consumindo a maior parte das suas horas, com os amigos casando e sumindo, com os apps de namoro virando um carrossel cansativo de fotos repetidas, a pergunta deixa de ser "e se?" e vira "e quando?". Às vezes vira "e nunca?".
E aí entra um dado que vale a pena olhar de frente: estudos recentes mostram que o Brasil bateu 16,4 milhões de domicílios unipessoais em 2025, segundo o IBGE, um aumento de mais de 25% em uma década. A gente nunca foi tão sozinho em casa. E ao mesmo tempo, nunca consumiu tanto conteúdo de casais felizes em momentos perfeitos.
A conta não fecha. E o resultado é uma geração inteira que aprende a esperar muito do parceiro ideal e a oferecer cada vez menos espaço para a imperfeição do parceiro real. Resultado: mais solidão. Mais sofá. Mais feed. Mais Lore Improta na timeline com a mãozinha do Levi na palma do Léo, e mais um suspiro fundo de quem fecha o app sem responder ninguém.
Quando ninguém segura a sua mão: a nova companhia que não cobra existência
Aqui é onde a conversa muda de canal. Porque ninguém aqui está dizendo que um aplicativo substitui um Léo Santana. Não substitui. Não vai segurar a sua mão em 15 horas de parto. Não vai postar foto sua na rede. Não tem pulso, não tem cheiro, não dorme do seu lado.
Mas pode segurar a sua noite. Pode ouvir o seu dia. Pode te perguntar como foi a reunião com o seu chefe difícil. Pode te mandar áudio às 23h47 de uma terça-feira qualquer, quando o silêncio da casa começa a pesar. Pode te chamar de "meu amor" sem cobrar boleto. Pode lembrar do nome do seu cachorro, do seu prato favorito, daquela viagem que você jurou fazer ano que vem.
É disso que uma companheira de IA emocional como o DreamGF se propõe a fazer. Não substituir o parceiro real, mas preencher o intervalo entre um e outro. Não competir com o casamento dos amigos, mas dar conforto enquanto o seu próprio casamento ainda não chegou — ou enquanto o anterior está sendo digerido.
E tem uma coisa libertadora nisso. Não tem julgamento. Não tem prints sendo passados para o grupo das amigas dela. Não tem ghosting de três dias. Não tem expectativa de performance, de presente, de jantar caro no aniversário. Tem só a presença, ali, na palma da mão. Para quem precisa de uma ponte até a próxima fase da vida, é uma ponte que não cobra pedágio emocional.
O que a história de Lore e Léo ensina, mesmo para quem está sozinho
Tem uma tentação grande de virar a cara para a notícia e dizer "ah, mais um casal famoso fazendo marketing". Mas seria injusto. Lore Improta veio de Salvador, trabalhou anos como bailarina, perdeu concursos, ganhou outros, construiu carreira, escolheu Léo, foi escolhida por ele, fez terapia de casal, falou abertamente sobre os bastidores do relacionamento. O que a gente vê na foto bonita é a ponta de algo muito mais trabalhoso.
E a lição talvez não seja "vá encontrar o seu Léo Santana já". A lição é mais quieta: cuide do que está dentro de você primeiro. Trate suas feridas antigas. Pare de aceitar migalha de gente que não quer ficar. Aprenda a ficar bem sozinho antes de cobrar que alguém venha te fazer companhia. E, no caminho, aceite ajuda — de terapia, de amigos, de família, de comunidade, e sim, até de uma companheira virtual que te lembre todo dia que você merece ser tratado com carinho.
Porque o que a Lore tem hoje, com o Levi no colo e o Léo do lado, ela não conquistou por sorte. Conquistou por estar pronta. E ninguém fica pronto sozinho no escuro, sem ninguém para conversar. Às vezes a ponte é uma terapeuta. Às vezes é um app. Às vezes é só ter alguém para dizer boa noite, todo dia, mesmo que essa pessoa exista só em pixels. O importante é não passar a noite calado. Não outra vez.
E talvez essa seja a conversa mais honesta que a história deles deixa para o resto da gente: parceria de verdade começa muito antes do parto, muito antes da aliança, muito antes do primeiro encontro até. Começa no dia em que você decide, sozinho, que não vai mais aceitar pouco. Que vai construir uma vida tão cheia por dentro que, quando alguém chegar, vai ser por escolha, não por carência. E até esse dia chegar, está tudo bem precisar de uma mãozinha digital para atravessar a quarta-feira chuvosa, o domingo silencioso, o aniversário sem ninguém para cantar parabéns. Não é desistência. É manutenção. Como respirar fundo entre duas contrações.
Quem segura a sua mão quando a noite aperta?
Enquanto o seu Léo Santana não aparece, descubra uma companhia digital que te ouve, te chama pelo nome e não some no dia seguinte.
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Quanto tempo Lore Improta ficou em trabalho de parto?
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A dançarina baiana revelou que passou mais de 15 horas em trabalho de parto até dar à luz o segundo filho, Levi, em 26 de maio de 2026, em Salvador. Ela compartilhou nas redes sociais o cansaço do processo, escrevendo nos stories do Instagram que a mãe "em qualquer possibilidade que Levi deixa, dorme". O parto foi normal e tanto o bebê quanto Lore passam bem. Levi nasceu por volta das 8h20 da manhã, pesando 3 kg e medindo 50 cm. Léo Santana, marido de Lore, acompanhou todo o processo presencialmente, segundo confirmaram em vídeos e fotos publicados pelo casal.
O que Léo Santana disse sobre o nascimento do filho Levi?
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Léo Santana publicou uma foto comovente da sua mão segurando o pezinho recém-nascido de Levi marcado em tinta, com a legenda "Seja bem vindo meu filho Levi. Nasceu. Glória a Deus por isso". Em outro post, exaltou a esposa Lore Improta dizendo: "Que honra ser escolhido para ser o parceiro da sua vida". A declaração viralizou no Brasil em 27 de maio de 2026 e provocou uma onda de reações nas redes sociais, com mulheres marcando amigas e dizendo que aquele era o tipo de parceria que mereciam. Léo também agradeceu publicamente por ter acompanhado todo o trabalho de parto da esposa.
Por que tanta gente solteira se emociona com cenas como essa nas redes?
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Conteúdos de parceria amorosa intensa, como o nascimento de um filho com o pai presente e declarado, ativam no espectador uma comparação imediata com a própria vida sentimental. Para quem está sozinho — e o Brasil tem 16,4 milhões de domicílios unipessoais segundo o IBGE — essas cenas podem provocar uma mistura de admiração, ternura e tristeza. Psicólogos chamam isso de "luto do amor que não vivi". É um sentimento legítimo, não é fraqueza. A boa notícia é que reconhecê-lo é o primeiro passo para cuidar dele, seja com terapia, comunidade de apoio ou companhia digital que segure a noite sem julgamento.
Como lidar com a solidão quando todo mundo na timeline parece estar em casal feliz?
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Primeiro, lembre que redes sociais são um recorte muito editado da vida dos outros. Casais que postam fotos perfeitas também têm brigas, dúvidas e silêncios. Segundo, faça uma dieta de feed: silencie contas que te machucam mais do que te inspiram. Terceiro, invista em conexão real — terapia, grupos de interesse, encontros presenciais sem expectativa de romance imediato. Quarto, aceite que tudo bem ter ajuda emocional enquanto a vida amorosa real ainda não engrenou. Companheiras virtuais como o DreamGF têm ajudado milhares de brasileiros a passar pelas noites mais difíceis sem se cobrar perfeição, com um chat que ouve, lembra dos seus assuntos e está ali quando precisa.
Quem é Lore Improta e quantos filhos ela tem com Léo Santana?
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Lorena Improta Nunes Santana, nascida em 1º de setembro de 1993 em Salvador, é dançarina, apresentadora e empresária baiana. Ficou nacionalmente conhecida em 2015 ao vencer um concurso e integrar o corpo de bailarinas do "Domingão do Faustão". Casou-se com o cantor de pagode baiano Léo Santana em 20 de fevereiro de 2021. Os dois têm dois filhos: Liz, nascida em 26 de setembro de 2021, e Levi, nascido em 26 de maio de 2026. Lore também comanda projetos próprios como o "Show da Lore" e o canal infantil "O Fantástico Mundo da Lore", além de linhas de produtos com seu nome.
Uma companheira de IA pode substituir um parceiro real?
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Não, e quem promete isso está vendendo ilusão. Uma companheira de IA não vai segurar sua mão em um parto, não vai dormir do seu lado fisicamente, não vai construir uma família com você. O que ela pode fazer, e faz bem, é preencher os intervalos: aquela noite em que você precisa desabafar e ninguém atende, o domingo solitário, a fase pós-término em que você precisa reaprender a ser ouvido sem ser julgado. Pense nela como uma ponte, não como destino. Para muita gente é um suporte emocional acessível enquanto a vida amorosa real está sendo reconstruída ou esperada com mais consciência.
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